quinta-feira, 17 de maio de 2012
Constatação
Acho que os seguintes dizeres em uma plaquinha grudada em minha testa ficariam bem:
Não sou simpática de verdade. Sirva mais cerveja em meu copo, por favor.
Porque o nome deste blog é um copo de ácido.
Tem coisas que a gente não encontra em qualquer mesa de boteco. Algumas coisas estão em casa. E isto é um motivo para acompanhar no relógio minha hora de voltar.
Homens:
Há momentos em que vocês são tão infantis e fazem piadas tão infantis que eu finjo não entender ou escutar só para não gerar desconforto nos colegas da mesa do bar. Nós, as mulheres, principalmente as mulheres de letras (não todas, claro), nós gostamos de assuntos inteligentes e piadas REALMENTE sofisticadas. Nós não teremos vergonha em fingir não entender ou escutar. Nós tiraremos uma com a cara de vocês com ironia e vocês não perceberão. Há um motivo para estarmos dentro do bar e não fora dele. E nós não precisamos contar vantagem: Nós fazemos.
Primeira versão do projeto: Não está ok.
Ele disse: Olha, isso ainda não é uma primeira versão do projeto. Ele pode ser considerado um rascunho do rascunho, apenas.
Bem que eu estava achando fácil demais.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Primeira versão do projeto: ok.
Comecei alguns minutinhos antes do prazo e terminei de revisar meu projeto antes de alguns minutinhos também.
Já enviei para o meu orientador, agora tenho que esperar. Terei que ir até o Campus para conversar com ele sobre isso e resolver outras coisas.
Eu não estava conseguindo carregar o meu bilhete único de estudante e estava gastando horrores com o transporte.
Fui correr atrás disso e descobri que não estou conseguindo carregar o bilhete porque eu tenho um bilhete novo e ele está na secretária da faculdade.
Agora chegou aquele momento do dia em que além de sentir sono, eu me sinto muito sozinha.
Aí, penso "deveria ter acordado mais tarde" mas depois concluo que apesar do sono, acordar cedo me dá tempo para fazer mais coisas, ter um dia mais produtivo.
Não sei direito o que fazer (nunca sei) mas decidi começar ligando o som, tomando outro café e arrumando as roupas.
Odeio viver na bagunça.
Já enviei para o meu orientador, agora tenho que esperar. Terei que ir até o Campus para conversar com ele sobre isso e resolver outras coisas.
Eu não estava conseguindo carregar o meu bilhete único de estudante e estava gastando horrores com o transporte.
Fui correr atrás disso e descobri que não estou conseguindo carregar o bilhete porque eu tenho um bilhete novo e ele está na secretária da faculdade.
Agora chegou aquele momento do dia em que além de sentir sono, eu me sinto muito sozinha.
Aí, penso "deveria ter acordado mais tarde" mas depois concluo que apesar do sono, acordar cedo me dá tempo para fazer mais coisas, ter um dia mais produtivo.
Não sei direito o que fazer (nunca sei) mas decidi começar ligando o som, tomando outro café e arrumando as roupas.
Odeio viver na bagunça.
Preguiça
Não é a garota que eu sonharia ter ao meu lado em minha cama no dia seguinte mas acordei com ela, com a preguiça, muita.
Vou ter que revisar meu projeto daqui a pouco. Uma amiga deu uma olhada nele e o projeto voltou cheio de sugestões e dicas que merecem muita atenção.
Gosto de escutar os que as outras pessoas têm a dizer. Gosto das críticas, gosto das sugestões.
Estou com um pouco de preguiça agora de revisar este projeto mas têm de ser feito, imediatamente. Não tem desculpa.
Tenho que ter muita gratidão pelos professores que eu tenho e aproveitar da melhor forma possível a ajuda que eles me dão. Não dá para ter preguiça, portanto. Acordei envergonhada comigo mesma. Hoje, contudo, começarei mais cedo acho. Ontem dei start as 8h e as 10h já havia terminado. Hoje acordei 6 e tanto e espero ter terminado a revisão do projeto até umas 9h.
Os livros do Beethoven já chegaram também. E acho que ele se correr também consegue inscrever o projeto dele.
Falta a disciplina virginiana em meu mapa. Tenho que me esforçar muito para compensar isso. E preguiça, não dá.
Por exemplo, eu deveria revisar todos os meus posts. E nunca faço isso. Isto é muita falta de disciplina (e tempo também, se eu precisar de muito tempo para escrever neste blog, vou abandoná-lo).
Falei de preguiça e de revisão de textos. Abri a ferida e vai arder.
Vou cuidar da vida agora, então.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Dois dias.
Esta semana começou acordando tarde, almoçando a marmita do dia anterior. E depois saindo na garoa fina para tentar resolver, tarde, meu problema com o meu bilhete único de estudante. Até havia me esquecido que esta é uma das tarefas que ficou para hoje, que na verdade, não sei se conseguirei cumprir.
Domingo foi dia das mães e almoçamos juntos, Beethoven, meus pais e eu. Meu velho deixou a guitarra dele aqui e agora tem um amplizinho pequeno para brincarmos um pouco. Mais ele do que eu, não sou muito dada a instrumentos musicais. Talvez para transformar meus textos em canções, quem sabe.
Depois do almoço fui trabalhar em uma festa infantil. Voltarei a fazer isso para descolar uns vinténs. É preciso pagar a cerveja de alguma forma, afinal de contas. E hoje já trabalhei também: Acabei a primeira versão do meu projeto de pesquisa. Vou tentar uma bolsa. Vejo tanta gente pior conseguindo verba para pesquisa que até me sinto incentivada a tentar também.
Por falar em verba, ganhamos verba para produzir um jornalzinho. Mas este é um assunto para outro post.
Agora tem uma pilha de louça suja me esperando.
(Juro que estou tentando escrever sempre. No meu diário também. E aqui: www.deliriosdebolso.blogspot.com
Estou organizando meus experimentos literário neste blog aí....)
domingo, 13 de maio de 2012
A gente vai vivendo.
Queremos dar um presente para o casal de amigos e não estamos achando. É um cd.
No final das contas acabei achando dois cds que queria há algum tempo com ótimos preços.
Meu coração está alegre porque agora tenho o Ao vivo dos Mamonas Assassinas, minha banda favorita da infância até hoje.
O outro é o Meat Puppets. Uma banda que o Kurt Cobain gostava e que é realmente muito boa, talvez até melhor que o Nirvana.
Gosto de investir dinheiro em coisas que fazem bem.
E hoje é dia das mães e a minha mãe está aqui, depois de muito tempo.
No final das contas acabei achando dois cds que queria há algum tempo com ótimos preços.
Meu coração está alegre porque agora tenho o Ao vivo dos Mamonas Assassinas, minha banda favorita da infância até hoje.
O outro é o Meat Puppets. Uma banda que o Kurt Cobain gostava e que é realmente muito boa, talvez até melhor que o Nirvana.
Gosto de investir dinheiro em coisas que fazem bem.
E hoje é dia das mães e a minha mãe está aqui, depois de muito tempo.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Algum otimismo.
Como eu havia apostado com um bixo, a greve já ultrapassou
seus 45 dias corridos.
E estes 45 dias têm sido um tempo de muito nervoso e stress.
Fui e continuo sendo oposição, ninguém me apresentou um bom argumento para
mudar de lado até agora. O ponto auge e talvez decisivo para que pudéssemos
pontuar algumas coisas aconteceu em uma segunda-feira. Havia 40 grevistas e
militantes seguindo uma professora. Por acaso, ela é minha professora.
Beethoven e eu estávamos lá para ficar com ela e ficamos. 40 contra 3. Claro,
queríamos tirá-la dali e descer mas era necessário que o cara do TI fosse lá
para desligar o datashow. Tivemos que esperar o cara (que deveria estar com o
cu na mão) chegar para podermos descer. 2h de tortura. Foi bem próximo do
sentimento que eu tive quando escutei depoimentos de presos políticos do DOPZ.
Engraçado que estes caras, que seguem em 40 uma professora, são contra essa tal
ditadura aí que todos dizem! Abram os arquivos do fim da ditadura! - é o que
eles dizem.
Bom, também tenho os arquivos deste dia de ditadura. Filmei
toda a cena. Os caras jogando cadeiras para dentro da sala, depois fazendo
baderna e depois um "sarau" para humilhar a professora. Tentaram
tirar a câmera da minha mão, na tentativa, a moça ousada me deu um soco no
braço. Doeu por dois dias.
Foi difícil me controlar para não bater de volta. E tenho
evitado ir na faculdade por causa disso. Estou muito puta e tenho medo da minha
coragem.
Neste dia me controlei até o fim mas não sei até quando
conseguirei ser uma pessoa controlada e fina. Resolvemos permanecer afastados
da faculdade até essa greve acabar. Semana passada tive que ir porque os
professores convocaram uma reunião com os alunos para falar sobre o semestre,
expôr algumas situações hipotéticas do que poderia acontecer com as nossas
aulas. Bom, na verdade, fui só porque tenho a maior consideração pelos meus
professores porque eu não estou tão preocupada com o meu semestre. Sei me
virar. Todavia, a energia do campus está bem pesada e isso também tem nos feito
em pensar muitas coisas, inclusive em transferência de Universidade e as opções
são poucas.
Decidimos fechar a Gutenberg também. Não sei em quanto tempo
faremos isso mas enquanto as coisas se ajeitam já estou procurando outro
trabalho bem longe da faculdade, não vemos mais sentido em investir tanto
esforço e dedicação para ajudar alunos que colaboram com a destruição da
educação e do ensino (2 meses sem aula, sem nenhum ganho, vocês chamam isso de
Progresso?).
Em contrapartida, voltei a trabalhar na minha pesquisa. Os
autores que eu escolhi são realmente maravilhosos e o meu orientador também.
Acho que vai dar certo.
Estou tentando transformar este tempo sem aulas em algo
produtivo e esta semana por exemplo, estou indo para um Congresso de Literatura
Portuguesa na USP.
Beethoven e eu fomos convidados para apresentar uma leitura
dramática e foi muito divertido. Decidimos tudo com a professora (essa aí de
cima, ela havia nos convidado antes da greve, inclusive) em menos de 24h.
Formamos um trio que dá certo. (ou quarteto, se contarmos o Beethoven dela
também). Este foi um ganho da greve, um ganho nosso. Estamos construindo coisas
bonitas no meio do caos.
Cerveja e amigos já resolvem muita coisa.
sábado, 31 de março de 2012
Acho que o meu tio tem razão. Estamos vivendo uma ditadura comunista, ao menos é o que eu tenho vivido nestes três anos de faculdade de humanas pública, três greves, duas delas “bem sucedidas”, para o lado da esquerda.
Não gosto de pensar assim, mas no momento o que eu tenho é a sensação de vazio e desespero ao pensar que muito provavelmente outro semestre está perdido.
Esta semana peguei o Jaçanã em Pinheiros e ao passar pela Consolação, alguns estudantes do Mackenzie subiram felizes no ônibus dando altas risadas com sorrisos estampando o rosto e eu pensei que deve ser muito bom estudar em uma faculdade onde não existem greves – sei que o Mack já fez greve mas imagino que as coisas lá sejam um pouco diferentes. Eu gosto de imaginar assim. No Mack há uma faculdade de letras de graça, não sei se é boa, contudo, hoje não tenho como, infelizmente, pensar só no que é bom ou ruim, visto que eu tenho ótimos professores – impossibilitados de darem suas aulas. Já pensamos em ir para o sul ou para Campinas mas não sei se as coisas seriam diferentes também. Hoje estou muito desanimada e o meu desejo era dormir e só acordar quando essa porra toda acabasse.
Na última quarta-feira teve assembléia na faculdade para decidir se haveria continuidade ou não. Ainda que eu soubesse que não havia chance alguma desta greve acabar – alguns departamentos ainda não se posicionaram oficialmente – eu votei contra. Um rapaz me chamou de pelega e reacionária, tentou me agredir (puxaram ele para o lado) e saiu dizendo “Viva a causa operária”. Bom, se a causa é operária ela não é estudantil, imagino. É bem verdade o que dizem sobre as condições da nossa unifesp. O transporte não funciona mesmo, a questão espacial é pífia, temos filas para tudo, até para os banheiros, livros temos muitos, boa parte deles encaixotados. Concordo que seja preciso nos mobilizar e lutar por melhorias, minha divergência é com relação á paralisação das aulas por tempo indeterminado. Eu estaria lá, ajudando se eu pudesse assistir a minha aula no final do dia. Como este direito não é respeitado pelos piquetes e afins, sou obrigada a priorizar outras coisas em uma tentativa de fazer deste semestre algo menos pior. Não dá para pegar duas rodovias para participar das discussões que acabam sempre no mesmo lugar....
Estou perdida.
Não gosto de pensar assim, mas no momento o que eu tenho é a sensação de vazio e desespero ao pensar que muito provavelmente outro semestre está perdido.
Esta semana peguei o Jaçanã em Pinheiros e ao passar pela Consolação, alguns estudantes do Mackenzie subiram felizes no ônibus dando altas risadas com sorrisos estampando o rosto e eu pensei que deve ser muito bom estudar em uma faculdade onde não existem greves – sei que o Mack já fez greve mas imagino que as coisas lá sejam um pouco diferentes. Eu gosto de imaginar assim. No Mack há uma faculdade de letras de graça, não sei se é boa, contudo, hoje não tenho como, infelizmente, pensar só no que é bom ou ruim, visto que eu tenho ótimos professores – impossibilitados de darem suas aulas. Já pensamos em ir para o sul ou para Campinas mas não sei se as coisas seriam diferentes também. Hoje estou muito desanimada e o meu desejo era dormir e só acordar quando essa porra toda acabasse.
Na última quarta-feira teve assembléia na faculdade para decidir se haveria continuidade ou não. Ainda que eu soubesse que não havia chance alguma desta greve acabar – alguns departamentos ainda não se posicionaram oficialmente – eu votei contra. Um rapaz me chamou de pelega e reacionária, tentou me agredir (puxaram ele para o lado) e saiu dizendo “Viva a causa operária”. Bom, se a causa é operária ela não é estudantil, imagino. É bem verdade o que dizem sobre as condições da nossa unifesp. O transporte não funciona mesmo, a questão espacial é pífia, temos filas para tudo, até para os banheiros, livros temos muitos, boa parte deles encaixotados. Concordo que seja preciso nos mobilizar e lutar por melhorias, minha divergência é com relação á paralisação das aulas por tempo indeterminado. Eu estaria lá, ajudando se eu pudesse assistir a minha aula no final do dia. Como este direito não é respeitado pelos piquetes e afins, sou obrigada a priorizar outras coisas em uma tentativa de fazer deste semestre algo menos pior. Não dá para pegar duas rodovias para participar das discussões que acabam sempre no mesmo lugar....
Estou perdida.
sábado, 24 de março de 2012
Greve é greve
Enquanto espero Beethoven gravar um cd da Joan Jett – inspiração para o meu cabelo novo – e esperamos a chuva passar para sairmos a procura de um lugar novo e acolhedor para comer, eu escuto os Beatles e escrevo.
Tenho sentido falta de carregar um diário sempre comigo. Não é birra mas os momentos em que consigo sentar para escrever em meus blogs têm se tornado cada vez mais raros. Eu acho que eu cheguei na vida adulta, fatalmente. Hoje tenho preocupações – muitas – com dinheiro, prazos e outras coisas, e olha que por aqui o trabalho é todo dividido. Um diário resolveria os problemas dos experimentos literários jogados e perdidos dentro da mochila.
E esse título....é só um informe. Nesta quinta os alunos de minha faculdade entraram em greve. E eu? Eu acho que esta decisão foi tomada de forma apressada e “manobrada” por assim dizer. Por ora, vou aproveitar que não terei aula (piquete, sabe como é) para colocar as coisas em ordem. O trabalho, minha pesquisa, leituras e tudo. Corri muito nestes últimos dias. A xerox da faculdade está bem pior e isso significa mais trabalho para mim. E mais dinheiro também. Gosto de ter dinheiro para comprar as coisas que eu preciso. Podem me chamar de capitalista, é indiferente para mim.
Começou a tocar Yesterday e eu acho muito triste essa música, a chuva parou e já é hora de achar um lugar para jantar.
Tenho sentido falta de carregar um diário sempre comigo. Não é birra mas os momentos em que consigo sentar para escrever em meus blogs têm se tornado cada vez mais raros. Eu acho que eu cheguei na vida adulta, fatalmente. Hoje tenho preocupações – muitas – com dinheiro, prazos e outras coisas, e olha que por aqui o trabalho é todo dividido. Um diário resolveria os problemas dos experimentos literários jogados e perdidos dentro da mochila.
E esse título....é só um informe. Nesta quinta os alunos de minha faculdade entraram em greve. E eu? Eu acho que esta decisão foi tomada de forma apressada e “manobrada” por assim dizer. Por ora, vou aproveitar que não terei aula (piquete, sabe como é) para colocar as coisas em ordem. O trabalho, minha pesquisa, leituras e tudo. Corri muito nestes últimos dias. A xerox da faculdade está bem pior e isso significa mais trabalho para mim. E mais dinheiro também. Gosto de ter dinheiro para comprar as coisas que eu preciso. Podem me chamar de capitalista, é indiferente para mim.
Começou a tocar Yesterday e eu acho muito triste essa música, a chuva parou e já é hora de achar um lugar para jantar.
terça-feira, 13 de março de 2012
Essa ideia de ligar todo o sistema em rede foi boa. Beethoven é bom nisso – devo admitir. Agora posso escrever e usar o computador enquanto trabalho. E eu ando trabalhando bastante. Estamos na segunda semana de trampo e já tem muitos pedidos para fazer. Os professores estão mais cooperativos neste semestre, estão deixando os textos conosco tranquilamente. Agora tenho uma bagagem que dá confiança. Estamos em nosso segundo ano de Gutenberg. Totalmente estressante, verdade, contudo, meus textos chegam até mim sem que eu tenha que pegar 2h de fila. E o melhor: Eles chegam bons.
Quase montei o semestre dos sonhos desta vez, de cinco apenas uma das disciplinas estou achando fraca. Me sinto numa aula de ensino médio. ¬¬”
As outras são ótimas e estão enchendo a minha alma de alegria, eu me sinto realmente feliz em poder assistir as minhas aulas. Já que não sobra tempo, o jeito é fazer das minhas aulas e leituras obrigatórias algo divertido.
Minha pesquisa, ah, minha pesquisa. Sei que vou fazer um relatório e concluir que ao menos ano passado foi um ano de muita reflexão sobre o Despertar da Primavera e o Fausto, além disso, mudei meu olhar sobre as obras devido à novas referências que arranjei por aí porém neste semestre ou vai ou racha. Preciso adiantar essa iniciação científica de qualquer jeito.
E tem a dança também. Uma das minhas professoras dá aula de expressão corporal na faculdade e eu tento estar lá, nem sempre consigo porque é bem no horário da entrega dos textos mas eu venho tentando. Aliás, venho tentando muitas coisas.
Esse post ficou com cara de parâmetro geral dos últimos anos. Não gostei. Só que eu preciso escrever. Tenho sentido falta disto.
Quase montei o semestre dos sonhos desta vez, de cinco apenas uma das disciplinas estou achando fraca. Me sinto numa aula de ensino médio. ¬¬”
As outras são ótimas e estão enchendo a minha alma de alegria, eu me sinto realmente feliz em poder assistir as minhas aulas. Já que não sobra tempo, o jeito é fazer das minhas aulas e leituras obrigatórias algo divertido.
Minha pesquisa, ah, minha pesquisa. Sei que vou fazer um relatório e concluir que ao menos ano passado foi um ano de muita reflexão sobre o Despertar da Primavera e o Fausto, além disso, mudei meu olhar sobre as obras devido à novas referências que arranjei por aí porém neste semestre ou vai ou racha. Preciso adiantar essa iniciação científica de qualquer jeito.
E tem a dança também. Uma das minhas professoras dá aula de expressão corporal na faculdade e eu tento estar lá, nem sempre consigo porque é bem no horário da entrega dos textos mas eu venho tentando. Aliás, venho tentando muitas coisas.
Esse post ficou com cara de parâmetro geral dos últimos anos. Não gostei. Só que eu preciso escrever. Tenho sentido falta disto.
domingo, 11 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Pós folia
Tenho vontade de ir a um bloco de carnaval. Nunca fui a nenhum bloco de carnaval daqui de Sampa. Contudo, não foi desta vez. Passei o carnaval vendo filmes e fazendo as coisas da Gutenberg. Em nenhum momento tive que ficar de frente para a TV assistindo desfile, o que é realmente reconfortante.
Não sei se pelos, apenas, 28 dias, fevereiro passou bem rápido e eu torci bastante por isso porque foi um mês de muito perrengue. Minhas aulas e por extensão, meu trabalho voltam nesta quinta. Que bom, sinto muita falta da UNIFESP quando estou longe e retornar no começo do ano é sempre bom, os calouros trazem energia nova para o lugar. Muitas coisas ainda para organizar até este dia. Acabar de ler um livro, duas revistas...acho que vai dar tempo. Beethoven e eu estamos fazendo fazendo fisioterapia para o pé. Para o mesmo pé. Chamei isso de sintonia de casal. Como o Brasil só funciona depois do carnaval e só começamos ontem, creio que será impossível terminar as dez sessões que pra falar a verdade, tenho minhas dúvidas se são realmente necessárias. A parte legal é que durante o tempo em que fico lá deitada (em uma maca bem desconfortável), eu aproveito para ler e vou conseguir terminar o Morravagin, tenho que conseguir.
Espero continuar escrevendo.
Não sei se pelos, apenas, 28 dias, fevereiro passou bem rápido e eu torci bastante por isso porque foi um mês de muito perrengue. Minhas aulas e por extensão, meu trabalho voltam nesta quinta. Que bom, sinto muita falta da UNIFESP quando estou longe e retornar no começo do ano é sempre bom, os calouros trazem energia nova para o lugar. Muitas coisas ainda para organizar até este dia. Acabar de ler um livro, duas revistas...acho que vai dar tempo. Beethoven e eu estamos fazendo fazendo fisioterapia para o pé. Para o mesmo pé. Chamei isso de sintonia de casal. Como o Brasil só funciona depois do carnaval e só começamos ontem, creio que será impossível terminar as dez sessões que pra falar a verdade, tenho minhas dúvidas se são realmente necessárias. A parte legal é que durante o tempo em que fico lá deitada (em uma maca bem desconfortável), eu aproveito para ler e vou conseguir terminar o Morravagin, tenho que conseguir.
Espero continuar escrevendo.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Sobre revistas.
Como alguém apaixonada pelas letras descobri um prazer ao ler revistas. Comecei timidamente com uma outra revista de história sobre o Egito, hoje percebo que eu leio outras coisas (sempre com assuntos do meu interesse, claro) e sempre quando vou a alguma livraria corro na banca de revistas para ver o que tem de novo.
Gosto deste suporte pela rapidez, as informações chegam rapidamente e de forma mais simples.
Leio tudo com atraso, visto que tenho uma enorme dificuldade em me concentrar, no entanto, me sinto informada do mesmo jeito.
No impulso (e na promoção) assinamos a revista de historia da biblioteca nacional que é muito bem escrita e traz matérias históricas muito interessantes com referências bibliográficas inclusive. E agora tem a Rolling Stones cujo foco é a música, que é cara para o meu bolso mas o meu pai ganha no posto de gasolina.
Eu queria ser editora. Talvez um dia eu trabalhe com isso.
Gosto deste suporte pela rapidez, as informações chegam rapidamente e de forma mais simples.
Leio tudo com atraso, visto que tenho uma enorme dificuldade em me concentrar, no entanto, me sinto informada do mesmo jeito.
No impulso (e na promoção) assinamos a revista de historia da biblioteca nacional que é muito bem escrita e traz matérias históricas muito interessantes com referências bibliográficas inclusive. E agora tem a Rolling Stones cujo foco é a música, que é cara para o meu bolso mas o meu pai ganha no posto de gasolina.
Eu queria ser editora. Talvez um dia eu trabalhe com isso.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Desejo melhoras.
O carnaval deste ano já começou melhor que o ano passado. Limpamos o quarto, escritório e área de serviço. Tenho certeza de que neste ano não vou me meter em nenhuma roubada cujo o desfecho é sentar e ter que ver o desfile de escola de samba (por incrível que pareça, sempre me pego nesta situação).
Expectativas tenho algumas, estudar um pouco, assistir alguma peça, beber, trabalhar, lavar roupas, assistir os filmes que tem aqui, quem sabe até ir no clube, alguma coisa assim.
Eu sempre odiei carnaval. Acho que isso nunca vai mudar, os feriados e emendas são bem vindos, contudo.
As coisas parecem ruins, mas se comparadas com algumas outras, não são tão ruins assim. Sempre dá pra piorar.
Expectativas tenho algumas, estudar um pouco, assistir alguma peça, beber, trabalhar, lavar roupas, assistir os filmes que tem aqui, quem sabe até ir no clube, alguma coisa assim.
Eu sempre odiei carnaval. Acho que isso nunca vai mudar, os feriados e emendas são bem vindos, contudo.
As coisas parecem ruins, mas se comparadas com algumas outras, não são tão ruins assim. Sempre dá pra piorar.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Tenho vivido aos poucos. Planejado semana por semana, semestre por semestre, ano por ano. As coisas mudam e em um ano há muitas possibilidades para mudar. Este respiro de um ano para outro é bom, necessário para este planejamento.
Neste semestre eu preciso dobrar o serviço da Gutenberg (eis um problema de logística, visto que não posso fazer o trampo e entragá-lo ao mesmo tempo. : //), adiantar o minha iniciação científica (agora que não teremos mais o Foucault) e estudar inglês, sim, essa parte é importante, caso contrário não conseguirei acabar esta faculdade nunca! Venho empurrando o inglês da faculdade por dois semestres mas no próximo sei que não terá jeito, vou ter que fazer. O objetivo é acabar o curso da PBF até agosto no papaléguas mode on.
Acho que pensar no futuro é o melhor jeito de não me irritar com o hoje.
E hoje tem tarefas, como todos os dias. Hoje vou limpar o fogão, dar uma arrumada por aqui e ir ao teatro para alimentar a alma, de graça, é claro. Ultimamente só tenho gasto o dinheiro do busão e da comida.
Neste semestre eu preciso dobrar o serviço da Gutenberg (eis um problema de logística, visto que não posso fazer o trampo e entragá-lo ao mesmo tempo. : //), adiantar o minha iniciação científica (agora que não teremos mais o Foucault) e estudar inglês, sim, essa parte é importante, caso contrário não conseguirei acabar esta faculdade nunca! Venho empurrando o inglês da faculdade por dois semestres mas no próximo sei que não terá jeito, vou ter que fazer. O objetivo é acabar o curso da PBF até agosto no papaléguas mode on.
Acho que pensar no futuro é o melhor jeito de não me irritar com o hoje.
E hoje tem tarefas, como todos os dias. Hoje vou limpar o fogão, dar uma arrumada por aqui e ir ao teatro para alimentar a alma, de graça, é claro. Ultimamente só tenho gasto o dinheiro do busão e da comida.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Pobre de marré, marré
A geladeira está praticamente vazia mas isso não me incomoda. Nada é pior do que ficar sozinha pelas manhãs. Havia a Pandora que tornou-se mais um fonte de estresse, hoje ela está de castigo pois novamente fez xixi fora da caixa de areia. Agora a cozinha é dela e ao lavar a louça sinto-me uma intrusa invadindo a casa dela.
Sobre a geladeira, o vazio/cheio não quer dizer muita coisa. Convivi muito tempo com uma geladeira lotada de coisas e todas quase fora da validade. Então, este vazio, só quer dizer que neste mês conseguiremos economizar mais e consumir o que temos e até desocupar espaços nos armários para deixar tudo limpo até o início das aulas.
O início das aulas, mal posso esperar por isso.
Sobre a geladeira, o vazio/cheio não quer dizer muita coisa. Convivi muito tempo com uma geladeira lotada de coisas e todas quase fora da validade. Então, este vazio, só quer dizer que neste mês conseguiremos economizar mais e consumir o que temos e até desocupar espaços nos armários para deixar tudo limpo até o início das aulas.
O início das aulas, mal posso esperar por isso.
Quero tudo branco com pouco colorido!
Isso, assim mesmo. Cansei das rosas, das flores, do cheiro de desinfetante do makro que elas trazem junto de si.
Hoje quero a simplicidade, o desapego.
Tudo isso só para registrar que troquei mais uma vez o fundo do blog. Estou com a péssima mania de achar que o problema de escrever vem de fora e não de dentro.
Aquelas rosas no fundo eram bonitas. Quem sabe quando eu tiver meu próprio blog de contos eróticos. Sem o meu nome, é claro.
Cheguei a conclusão que as pessoas tem uma enorme dificuldade em diferenciar o que é real e o que é ficção.
Tem os Delírios de Bolso também. Acho que o problema dela também é o fundo, e sim, você acertou, eu vou trocar. Um dia....
Hoje quero a simplicidade, o desapego.
Tudo isso só para registrar que troquei mais uma vez o fundo do blog. Estou com a péssima mania de achar que o problema de escrever vem de fora e não de dentro.
Aquelas rosas no fundo eram bonitas. Quem sabe quando eu tiver meu próprio blog de contos eróticos. Sem o meu nome, é claro.
Cheguei a conclusão que as pessoas tem uma enorme dificuldade em diferenciar o que é real e o que é ficção.
Tem os Delírios de Bolso também. Acho que o problema dela também é o fundo, e sim, você acertou, eu vou trocar. Um dia....
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